CST, CSOSN e origem da mercadoria
Cada item da nota leva um código que diz como o ICMS incide sobre ele: tributado, isento, com substituição tributária, com redução de base. Esse código é o CST (Código de Situação Tributária) ou o CSOSN (Código de Situação da Operação no Simples Nacional), conforme o regime da sua empresa. Junto com ele vai a origem da mercadoria.
CST ou CSOSN
Seção intitulada “CST ou CSOSN”- Empresa do Simples Nacional ou MEI usa CSOSN.
- Empresa de Lucro Presumido ou Lucro Real usa CST.
No Velo, isso segue o Enquadramento da empresa, em Configurações › Minhas empresas › Editar empresa. Veja Alterar o regime tributário. O CST e o CSOSN de cada produto ficam no grupo tributário, em Produtos › Auxiliares › Grupo tributário, e o padrão para produtos novos, em Definir tributação padrão dos produtos.
CSOSN (Simples Nacional)
Seção intitulada “CSOSN (Simples Nacional)”| CSOSN | Situação |
|---|---|
| 101 | Tributada com permissão de crédito |
| 102 | Tributada sem permissão de crédito |
| 103 | Isenção de ICMS para faixa de receita bruta |
| 201 | Tributada com permissão de crédito e com cobrança do ICMS por substituição tributária |
| 202 | Tributada sem permissão de crédito e com cobrança do ICMS por substituição tributária |
| 203 | Isenção do ICMS para faixa de receita bruta e com cobrança do ICMS por substituição tributária |
| 300 | Imune |
| 400 | Não tributada |
| 500 | ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária (substituído) ou por antecipação |
| 900 | Outros |
CST do ICMS (regime normal)
Seção intitulada “CST do ICMS (regime normal)”| CST | Situação |
|---|---|
| 00 | Tributada integralmente |
| 10 | Tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária |
| 15 | Tributação monofásica própria e com responsabilidade pela retenção sobre combustíveis |
| 20 | Com redução de base de cálculo |
| 30 | Isenta ou não tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária |
| 40 | Isenta |
| 41 | Não tributada |
| 50 | Suspensão |
| 51 | Diferimento |
| 53 | Tributação monofásica sobre combustíveis com recolhimento diferido |
| 60 | ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária |
| 61 | Tributação monofásica sobre combustíveis cobrada anteriormente |
| 70 | Com redução de base de cálculo e cobrança do ICMS por substituição tributária |
| 90 | Outras |
Na venda a consumidor final, que inclui a NFC-e, o grupo tributário tem um painel próprio, Tributação para consumidor final (NF-e / NFCe). Nele o Velo oferece só os códigos aceitos nesse tipo de venda: os CSTs 00, 20, 40, 41, 60 e 61 e os CSOSN 102, 103, 300, 400, 500 e 61.
Origem da mercadoria
Seção intitulada “Origem da mercadoria”O primeiro dígito do código completo do ICMS na nota é a origem:
| Origem | Significa |
|---|---|
| 0 | Nacional, exceto as indicadas nos códigos 3, 4, 5 e 8 |
| 1 | Estrangeira, importação direta |
| 2 | Estrangeira, adquirida no mercado interno |
| 3 | Nacional, com conteúdo de importação superior a 40% |
| 4 | Nacional, produção conforme processos produtivos básicos (PPB) |
| 5 | Nacional, com conteúdo de importação inferior ou igual a 40% |
| 6 | Estrangeira, importação direta, sem similar nacional |
| 7 | Estrangeira, adquirida no mercado interno, sem similar nacional |
| 8 | Nacional, com conteúdo de importação superior a 70% |
A origem também decide a alíquota do ICMS em venda para outro estado: origens 1, 2, 3 e 8 vão a 4%. Veja DIFAL e alíquota interestadual. No Velo, a origem fica no campo Origem do grupo tributário.
Dúvidas comuns
Seção intitulada “Dúvidas comuns”Qual CST ou CSOSN usar? É decisão do seu contador, conforme o produto e a operação.
A nota voltou com “CFOP não permitido para o CST informado”. A combinação de CFOP e CST do grupo tributário não é aceita pela SEFAZ. Revise os dois com o seu contador.
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